"Eu" e os depois de mim

Ainda o Verão quente não terminou e começa, também, aquecer a campanha eleitoral.

O que mais vemos e ouvimos nestas alturas nos vários tamanhos de palco é a invocação a uma eterna, e a meu ver gasta, herança de escolha de candidatos para as listas, os de costume, mais do mesmo, os mesmos de sempre. Opta-se muito pela escolha de profissões, como se isso fosse definição de carácter, trabalho, idoneidade, humildade, seriedade...

A tendência aqui é bem diferente da moda, onde se tenta alterar a cada estações, aqui opta-se por manter - lá está - a cada eleições, onde se ouvem ecos de discursos, gastos e ocos, começa a incutir-se na cabeça daqueles mais moldáveis que o futuro passará - lá está - pelos mesmos e já gastos de sempre, daí concordar em pleno para a limitação de mandatos, de todos os elementos, não só dos presidentes, mas todos e em todo lado.

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